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Primeiro Dia do Dulcismo é celebrado e marca a história das Obras Sociais Irmã Dulce

27 de maio de 2026
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Entre orações, abraços, silêncios e reencontros, o dia 26 de maio de 2026 já entrou para a história das Obras Sociais Irmã Dulce (OSID) como um desses marcos inesquecíveis. Pela primeira vez, a instituição celebrou a data que instituiu o Dia do Dulcismo, criada para eternizar o jeito Dulce de Pensar, Ser e Agir. Mais do que uma comemoração, o momento representou um encontro profundo com a essência deixada por Santa Dulce dos Pobres, capaz de tocar quem vive hoje sua missão e, certamente, inspirar as próximas gerações.

Celebrado no mesmo dia em que se comemora o aniversário de Santa Dulce e o nascimento de sua obra, o novo marco mobilizou colaboradores, voluntários, lideranças, unidades irmãs e profissionais de diferentes núcleos da instituição em uma grande corrente de integração, afeto e espiritualidade. Ao longo de todo o dia, a programação reuniu momentos marcantes, como a Santa Missa, no Santuário Santa Dulce dos Pobres, a procissão “Doce Luz”, que seguiu do Santuário em direção ao Centro de Ensino e Pesquisa Professor Adib Jatene (CEPPAJ), além de apresentações artísticas, rodas de conversa, vivências e encontros especiais que transformaram os espaços da OSID em ambientes de escuta, acolhimento e conexão.

Um dos momentos mais emocionantes aconteceu durante o espetáculo teatral apresentado pelos estudantes do Centro Educacional Santo Antônio (CESA), unidade fundada por Irmã Dulce em Simões Filho. A apresentação trouxe uma reflexão atual e sensível sobre o excesso de informações, o barulho do cotidiano e a necessidade de silenciar para encontrar paz dentro de si e no encontro com o outro. “Mesmo em meio a tanto barulho, nós precisamos tirar uns minutos de paz para se encontrar e se encontrar com o outro”, resumiu Leo Passos, coordenador do Núcleo de Arte Educação do CESA. A programação também contou com a exposição itinerante “Luz, Câmera e Dulcismo”, composta por 10 fotografias produzidas pelos próprios colaboradores que representam a Cultura Organizacional das Obras Sociais Irmã Dulce.

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A reflexão também ganhou forma prática durante a ação “Minuto pela Paz”. Guardiões do Dulcismo e mentores circularam pelas unidades reunindo os colaboradores para uma atividade que provocava uma análise sobre o ritmo acelerado da vida atual e como isso impacta diretamente as relações humanas, convidando cada profissional a olhar mais para dentro de si e reconhecer caminhos possíveis de paz consigo e com o outro. A ação também marcou o encerramento do Ciclo da Compaixão e o início do Ciclo da Paz dentro das vivências do Dulcismo.

“Estamos vivendo um período onde todo mundo está muito acelerado, onde o tempo todo nós temos coisas para fazer e acabamos esquecendo de olhar para dentro, de desacelerar. As Obras nos dão essa oportunidade de nos reconhecer, nos tocar e reconhecer essa vida de Dulce, que faz parte da nossa vida e nos ensina tanto”, refletiu a cuidadora Valdelice Rodrigues, colaboradora da instituição há 13 anos.

O Quiz realizado durante o almoço festivo também trouxe momentos de interação e memória afetiva, reforçando o conhecimento sobre a trajetória de Santa Dulce dos Pobres. Em um dos momentos mais descontraídos da programação, a cuidadora Maria Isabel emocionou-se ao lembrar da resposta que lhe garantiu um prêmio na atividade: “Ela era conhecida como o Anjo Bom do Brasil”.

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A união entre os diversos setores e núcleos da OSID também marcou profundamente a celebração. “O dia de hoje me tocou pelo amor ao próximo e pela aproximação entre as pessoas”, destacou Wesley Bastos, supervisor de manutenção da TI, ao comentar o encontro entre colaboradores das diferentes unidades.

Para a assessora de Cultura Organizacional e Humanização da OSID, irmã Maiara Santos, a criação do Dia do Dulcismo nasce como um símbolo permanente da identidade construída coletivamente dentro da instituição. “Foi uma construção coletiva, feita com muito amor”, afirmou. “A OSID é grandiosa pelos serviços que realiza, mas principalmente porque tem alma, e essa alma é a alma de uma santa”, finalizou.

O primeiro Dia do Dulcismo deixou mais do que memórias. Deixou a certeza de que o legado de Santa Dulce continua vivo em cada gesto de cuidado, serviço e amor ao próximo, atravessando gerações e fortalecendo, diariamente, a missão das Obras Sociais Irmã Dulce.

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